O gato persa não tem esse nome à toa. Vive há eras na região do Império Persa, atualmente o Irã! Nesse período, o gato era praticamente um pet model, sendo considerado o bichinho da realeza, mascote das rainhas do império. Porém, uma estrela dessa não poderia fazer parte apenas do casting animal da Pérsia e assim que teve a oportunidade de conhecer novos lugares, não hesitou em entrar no barquinho.

Do Oriente para o Casting Animal da Europa

Foi Pietro della Valle que primeiro trouxe o gato persa para a Itália, em 1626. Na Europa, o gatinho já ganhou vários entusiastas da raça e fez um grande sucesso. Porém o gato que conhecemos hoje passou para mudanças para ficar assim fofinho. O gato original do oriente começou a ser cruzado com a raça Angorá desenvolvendo assim os detalhes que vemos hoje em dia, inclusive a variação de cor de sua pelagem, fazendo dele um pet model versátil e cheio de detalhes especiais!

Virando Pet Model na Inglaterra

Em 1871, o artista Harrison Weir, um dos primeiros catlovers do mundo, organizou uma feira de exposição de gatos no Crystal Palace, em Londres. Imagina o quanto de pet model que tinha lá? O casting animal estava cheio e a principal estrela foi o gato persa, recém-chegado no território britânico e grande queridinho da Rainha Vitória, que tinha dois lindos gatinhos de companhia.

Com o passar dos anos, a carinha achatada conquistou a América e o coração de todos com seu charme, fofura e delicadeza. Não é à toa que, no nosso casting animal, temos a pet model Shineamoon, que faz o maior sucesso por aí. Com uma história dessa não é possível que o gato persa não tenha conquistado seu coração!

Veja como era o Persa antigamente:

Você também conhecer ainda mais sobre o padrão da raça Persa (Show/Top Show) nas exposições oficiais.

Seu gatinho também faz o maior sucesso? Saiba criar o perfil dele na Pet Model Brasil aqui:

Modelo: Shineamoon

Tutora: Cecy Passos

Fotos: Edu Leporo

 

Pesquisa:

Enciclopédia Felina Royal Canin

Tudo Sobre Gatos

O Gato Persa

Os cães e gatinhos fazem a festa, são sempre o prediletos pela família toda. As fofuras encantam e a cada dia aparecem com uma novidade. Ninguém melhor do que o próprio dono pet para conhecer as manias e aventuras de cada um. Se você ainda não um pet provavelmente não vai entender, mas vale conferir.

Ter o corpo arranhado é super normal 

E a casa também. Especialmente quando são filhotes, os bichinhos vão sair por aí mordendo e arranhando tudo o que encontrarem pela frente, e isto incluí os próprios donos. Quem pretende criar um animal de estimação é melhor se acostumar com a ideia de que, por algum tempo, toda sua pele vai ficar marcada.

Ganhar um despertador natural

Trabalhou de mais e quer dormir até mais tarde? Então é melhor trancar o quarto, caso contrário não vai conseguir. Ele certamente em algum momento vai pular na sua cama,  nem que seja só para brincar. De qualquer forma, acordar ao lados deles será sempre bom.

Chegar em casa é só alegria!

Se a viagem for longa se prepara. É a recepção mais calorosa, eles avançam, rodeiam, rodopiam e fazem a festa. A saída rápida até a padaria também é motivo para festejar, afinal, é um amor infinito.

Via Fatos desconhecidos

Clique aqui e confira a lista completa!

 

Você conhece a raça do seu gatinho? No Brasil há apenas uma raça felina genuinamente nossa,  que é o Pelo Curto Brasileiro. É a primeira raça de gato no Brasil a receber reconhecimento internacional. Será que você consegue reconhecê-los por meio de algumas características? Confira abaixo as principais características desse felino que domina o Brasil.

O Pelo Curto Brasileiro é um gato de tamanho médio e de grande agilidade. A raça pode ser distinguida do pelo curto americano por sua aparência elegante. No entanto, os gatos da raça não são tão finos como o siamês. A pelagem é curta e perto da pele, tendo uma grande variedade de cores e padrões. Possuem olhos dramaticamente expressivos. Eles são mais compridos do que altos, sendo que os machos têm cabeças maiores do que as fêmeas.

 

Foto: www.intercat.com.br

Foto: www.intercat.com.br

Via Estimação

Clique aqui e confira os detalhes dessa matéria e a origem do Pelo Curto Brasileiro.

Foto: www.pinterest.com

Foto: www.pinterest.com

Se você é daqueles que gosta de colaborar para oferecer um lar cheio de amor para animais que foram abandonados e precisam de uma família, você está na matéria certa! Conseguir novos tutores para cachorros e gatos via redes sociais pode ser um caminho mais fácil e ótimo para alcançar pessoas interessadas.

Conhecer o seu próprio animal é algo essencial para o momento de divulgar informações sobre ele. Afinal, ninguém melhor do que você sabe os mimos, birras e necessidades. Para doar o um bichinho é necessário descrever o máximo de informações possíveis sobre ele. Conhecer a pessoa que está querendo adotar é primordial, assim saberá se ele ficará em boas mãos ou não.

As redes sociais surgiram como facilitadora para diversos meios e com a doação de animais não poderia ser diferente. Utilizar uma postagem com informações do seu animal possibilita interesse no círculo de amigos, familiares, colegas de trabalho, vizinhos, entidades religiosas entre muitas outras possibilidades de perfis vinculados com a sua página.  Quanto maior o número de pessoas que conhecem o seu animal de estimação e sabem que ele precisa de um novo lar, maiores serão as as chances do bichinho encontrar um lar adotivo.

Confira abaixo algumas dicas para a publicação nas redes sociais:

Características: O máximo de informações é imprescindível. As atividades diárias, manias, birras, necessidades devem ser descritas, assim como o temperamento do animal. A pessoa deve se encantar pelo o que o animalzinho realmente é.

Foto/Vídeo: Mostre diversas fotos do animal, os vídeos também são ótimas maneiras de apresentar um pouco do bichinho.

Status do animal: Deixe sempre atualizado, assim as pessoas saberão se o animal ainda precisa de um lar ou se já encontrou uma família.

Além das redes sociais há também abrigos e associação de proteção aos animais de sua cidade. Outro caminho é anunciar a adoção em jornais e revistas, porém são pagos e podem aumentar os custos do doador. Os classificados online podem ser uma opção mais viável, pois são gratuitos e normalmente o retorno é bem rápido.

Via Estimação.com

Clique aqui e confira mais detalhes sobre as formas de doação de animais nas redes sociais.

Domingo é um bom dia para aproveitar um passeio de qualidade com toda a família, inclusive com o pet. E para dar aquela sensação de liberdade que os bichinhos tanto gostam, os tutores acabam optando por mantê-los no colo ou soltos no banco de trás, porém isso pode colocar em risco a vida do pet e de toda a família.

Foto: Reprodução/Época

Foto: Reprodução/Época

Em caso de um acidente, um animal de 5 quilos pode ter seu peso aumentado em até 10 vezes ao ser arremessado para frente ou para trás. Isso pode gerar fraturas perigosas, gerar sequelas e até a morte do pet. A melhor maneira de levar um bichinho para para passear de carro é colocá-lo na caixa, que pode ser colocada no piso do carro e deve ser arejada e grande o suficiente para o bem-estar do animal.

Existem também cintos de segurança especiais, que se acoplam ao feixo dos cintos comuns, mas só devem ser usados com coleiras do tipo peitoral. O ideal é não trocar momentos de liberdade por falta de segurança para o pet e toda a família.

FONTE: Coluna Fernanda Fragata – Revista Época

Para ver a matéria completa clique no link.

 

A maioria das pessoas já ouviu falar ou assistiu a uma das novas modas da internet: fazer vídeos colocando pepinos ao lado de gatos em seus momentos de alimentação ou sono e vê-los tomando sustos, pulando de alturas surpreendentes ou fazendo caras e bocas para tentar descobrir o que está se passando. Porém, especialistas e veterinários têm se colocado contra esse tipo de atitude. O especialista em comportamento animal Jill Goldman afirma. “Se você está estressando o animal de alguma maneira, provavelmente isso não faz bem. É algo condenável. Praticamente um convite para as pessoas assustarem seus animais”. O motivo pelo qual os felinos se assustam tanto com os inofensivos vegetais ainda é desconhecido.

FONTE: Mundo Estranho

Veja a matéria completa neste link.

A situação de animais domésticos abandonados é algo que afeta todos os moradores de uma cidade. Dados da World Animal Protection Brasil afirmam que, embora não exista um dado concreto a respeito de quantos cães e gatos vivem nas ruas, calcula-se que apenas 20% dos pets brasileiros sejam oficialmente domiciliados.  70% são semidomiciliados, ou seja, recebem cuidados de uma pessoa ou comunidade, mas vivem parcialmente nas ruas, e 10% estão totalmente abandonados.

Foto: Noelly Castro/ World Animal Protection

Foto: Noelly Castro/ World Animal Protection

Estar nas ruas significa estar sujeito à fome, doenças, atropelamentos e maus-tratos. Por isso, a ONG, que já possui 50 anos de funcionamento, preparou um guia para ajudar pessoas que gostariam de tirar cães e gatos das ruas, mesmo que não possa adotá-lo como tutelado. Entre os passos estão:

  • Tirar da rua e levar para uma casa, ainda que temporária, mantendo comida e cuidados simples;
  • Conferir se o animal não está perdido, avisando aos parentes, amigos próximos e vizinhos. Também é boa ideia usar as redes sociais para avisar os donos;
  • Levar ao veterinário o quanto antes e prezar pela castração do animal antes de sua doação;
  • Levar à feiras de adoção e ONGs. Se alguém demonstrar interesse em adotar o pet, buscar saber concretamente quem é e se possui responsabilidade e comprometimento suficiente para cuidar de um animal.

 

 

 

 

 

FONTE: Proteção Animal Mundial

Confira todas as dias lendo a matéria completa, clique aqui.

Com desejo de criar um centro veterinário para gatos, a ONG Catland lançou em setembro a campanha “Catland Vet”, que entra agora em seu mês final. Hospedada na plataforma de financiamento coletivo Kickante, o projeto visa arrecadar R$130 mil para equipar clínica e cirurgicamente um espaço que realizará atendimento interno de animais resgatados, oferecerá consultas à preços solidários, multirões de castração e outras iniciativas.

O slogan da campanha é “Ajude a Catland a ajudar” e todos os colaboradores receberão recompensas, sendo possível doar até dia 30 de novembro. Segundo as diretoras da ONG, a criação da clínica dará mais independencia à ONG e será a base de seu trabalho. Criada em 2013, a Catland já viablizou cerca de 1500 adoções.

 

Você pode conhecer detalhes sobre o projeto e contribuir com kicks na Campanha Catland Vet

Fonte: Catraca Livre

Veja a matéria completa aqui.

Iniciativa promove adoção de cães e gatos via internet; Expectativa é atender todo o Brasil

Amor incondicional é algo que cães e gatos oferecem independente de suas raças. Muitas vezes, é só uma chance que pode proporcionar um lar para muitos cães e gatos abandonados. Foi com essa ideia que a Pet Model Brasil acaba de lançar o projeto “Meu Vira-Lata Favorito”, cujo objetivo é oferecer oportunidades de adoção de cães e gatos via internet. Através de uma vitrine exclusiva no portal da empresa, qualquer pessoa acima de 18 anos pode ser um tutor de um animalzinho abandonado à espera de um lar.

O projeto funciona em parceria com a Petland, ONGs e fotógrafos especializados em ensaios de pets, que doam seu tempo para produzir books artísticos e promover a adoção desses animais via internet, por meio de um espaço exclusivo destinado a contar a história de cada pet. Esse espaço pode ser acessado através do link: http://www.petmodelbrasil.com.br/adocao/

“A ideia desse projeto é incentivar a adoção de cães e gatos, pois há milhares de pets abandonados. De cada 10 filhotes que nascem nas ruas, apenas um é adotado. O projeto está aí para tentar mudar essas estatísticas, mostrar que cada um deles tem a sua beleza. O belo não está apenas em animais de raça. O amor que esses bichinhos têm para oferecer é incondicional”, explica a idealizadora do projeto e diretora da Pet Model Brasil, Deborah Zeigelboim.

Atualmente, o projeto “Meu Vira-Lata Favorito” trabalha em parceria com algumas ONGs, como a Tomba Latas e a Aliança situadas em Curitiba, Paraná, mas o próximo passo é ampliar o acesso do projeto para mais estados do Brasil. “Todo e qualquer projeto que impulsione a adoção de pets é de extrema importância. Pelas ruas, vemos muitos animais abandonados que precisam de uma lar digno. Neste projeto, fornecemos uma nova forma das pessoas conhecerem os animais, sem terem que se deslocar até alguma ONG, pet shop ou clínica veterinária. Este conceito já foi usado em outros países e o resultado foi extremamente satisfatório”, afirma o diretor da Petland, Fernando Belleza.

Como adotar

Para ser o tutor de um cachorro ou gato é necessário ter mais de 18 anos e entrar em contato diretamente com a instituição onde o animal está disponível. Os animais que estiverem para adoção podem ser acessados pelo link: http://www.petmodelbrasil.com.br/adocao/. A Pet Model Brasil é a ferramenta de divulgação para ajudar ONGs a conseguirem cada vez mais lares para os pets. “Estamos muito confiantes de termos uma boa aceitação das pessoas e, também, de poder tocá-las pela emoção, pois as fotos produzidas ficam lindas, mas, além disso, é necessário responsabilidade do adotante”, conclui Belleza.

Como participar do projeto

As ONGs interessadas na divulgação de animais para adoção deverão entrar em contato com a Pet Model Brasil, enviando dados e comportamento de cada um dos animais, além de uma logo para contato. Será desenvolvido um perfil com imagens contando um pouco da história do bichinho e informações para contato direto.

“Nunca subestime o poder do amor entre as pessoas e seus animais de estimação”. Essa foi a conclusão a que chegou o agente Albie Esparza, da polícia de São Francisco ao se deparar com este caso.

Um rapaz, suspeito de ter roubado um carro, foi cercado pela polícia em um prédio no centro da cidade. Assustado, ameaçava pular da janela do terceiro andar. Até que os policiais trouxeram seu gato de estimação. Em 45 minutos, tudo ficou resolvido.

Fotos: Reprodução/The Chronicle/Twitter

Leia a história completa aqui.

FONTE: Razões para Acreditar